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Rivotrill – Junior Crato and The Music in his life.

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Junior Crato and The Music in his life. 

With no particular musical influences within his family growing up, Junior had to get creative with the objects around him in the family home. “My interest in music as a child was actually pure child’s play.

As a teenager he got a keyboard.  From the first day “I realised that I had a certain ease with music. It did not seem difficult for me to play melodies by ear.” This ability encouraged him to seriously consider the possibility of working with music. “I wasn’t sure if that was what I wanted to do, and it took me a bit of time to decide.”

At 20, Junior made the decision to pursue a career in music.  He left his home city of Cratoin in the state of Ceara and went to Recife to study at the Conservatorio Pernambucano de Musica.  Later, he studied at the Federal University of Pernambuco, where he gained a Bachelor of Arts degree, specialising in Flute.

“From there I really started and put myself in the music business working as a teacher and session musician. Over time I realised I could do something bigger within the universe of music and could build a body of my own work.”

We often see Junior playing different instruments when performing with the band, but there is only one he feels truly comfortable with. “I’m a Flautist,” he insists. “Flute is the instrument that I have mastered technically and the other instruments I play intuitively.  I cannot consider myself a multi-instrumentalist because I have technical limitations with the instruments I did not study.” The other instruments have their purpose within the music to “change the tone and to stimulate the brain so as not to tire the ear of the audience”. He finds it strange to see his name combined with other instruments when people talk about him: “I’d rather just see me as a flutist.”

by Estelle Kealy Freitas

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A musica na vida de Junior Crato

Sem particulares influências musicais dentro de sua família , Junior teve que ser criativo com os objetos ao redor dele na casa da família. “meu interesse por musica na infância foi na verdade uma brincadeira de criança.

“Eu gostava de ouvir as músicas em vinil de Natal que estavam em minha casa, e sempre que eu ouvi, eu queria imitar a melodia”. Ele pensou que o som que ele estava ouvindo era um piano, para que ele pudesse colocar uma almofada no colo e fingir que estava tocando isso … “eu me divertia muito”, diz ele, “e eu comecei a brincar de ser um músico, pelo menos uma vez por dia durante um certo tempo.”

Na sua adolescencia, ele ganhou um teclado. “Desde o primeiro dia Eu percebi que eu tinha uma certa facilidade com a música. Não parecia difícil para mim tocar melodias de ouvido”. Esta capacidade encorajou-o a considerar seriamente a possibilidade de trabalhar com música. “Eu não tinha certeza se era isso que eu queria fazer, e isso me levou um pouco de tempo para decidir.”

Aos 20 anos, Júnior tomou a decisão de seguir uma carreira na música. Ele deixou sua casa na cidade de Crato no estado do Ceará e foi para Recife onde começou a estudar no Conservatório Pernambucano de Música. Mais tarde, estudou na Universidade Federal de Pernambuco, onde ganhou uma graduacao em Bacharelado  em flauta.

“A partir daí comecei e me inserir no mercado da música atuando como professor e musico instrumentista. Com o tempo percebi que poderia fazer algo maior dentro do universo da música, e consegui montar um trabalho autoral  chamado Rivotrill, e  nele me encontro realizado como musico.

Muitas vezes vemos Júnior executando instrumentos diferentes ao tocar com a banda, mas só há um que ele realmente sente-se  confortável. “Eu sou um flautista”, ele insiste. “a flauta é o instrumento que estudo e possuo domino técnico, os outros instrumentos eu toco de maneira intuitiva, logo não posso me considerar um multi- instrumentista porque nos instrumentos que não estudei, tenho limitações técnicas, neles só consigo resultados satisfatórios até certo ponto. eu só utilizo outros instrumentos na banda com o propósito de mudar os timbres durante uma música, isso faz com que o cérebro sinta mais estimulo, é um recuso utilizado para não cansar o ouvido do publico. Acho estranho quando vejo meu nome em jornais ou revistas associado a outros instrumentos que não seja a flauta, prefiro que me vejam apenas como flautista”.

Estelle Kealy Freitas

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2 Comments

  1. yelena says:

    He’s good at playing other instruments, but when it comes to the flute, he’s awesome.

  2. Roberto Matos says:

    A pessoa nasce para o que é! O talento e o conhecimento artístico você já traz consigo de outros tempos…
    Parabéns e sucesso, sempre! Abs.
    😉

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